O ki de Toriyama se apagou.
Hoje, pelas 0h30, li no Facebook:
Akira Toriyama havia falecido no dia 1º de março, mas somente na madrugada do
dia 8 é que a notícia foi divulgada ao mundo. Ele viveu 68 anos. Para mim,
aquilo parecia mais uma fake news, mas com o passar dos minutos, a notícia se
espalhou pelas redes sociais e sites de notícias. A repercussão mundial não
poderia ser uma notícia falsa. Infelizmente, nenhuma esfera do dragão poderia
ressuscitá-lo.
o que fazer para fugir dessa terrível
tristeza?
Lembra-se com carinho da obra de
Toriyama e da felicidade que ela nos proporcionou. Dos tempos de escola, em que
saíamos correndo para casa apenas para assistir a Dragon Ball. Eu e meus
colegas assistíamos, jogávamos e colecionávamos os álbuns de figurinhas. Akira
tornou nossa infância e adolescência muito mais feliz, não só aqui, mas no
mundo todo. A ficção pode nos tornar seres melhores. Embora a obra fosse acusada de violenta, eu e meus amigos nunca pensamos em sair por aí batendo nas pessoas. Ela nos ensinou a respeitar, a ter bondade, a ter esperança, a nunca desistir daquilo que queremos. A treinar e perseverar e superar as dificuldades. A ficção melhora as nossas vidas.
Tive acesso a poucos volumes do
mangá, mas a arte dele era encantadora, e eu e meus amigos a imitávamos. E graças
a ele, hoje faço alguns rabiscos. Seus personagens carismáticos ficarão longe
da zona do esquecimento.
Ele é uma lenda dos quadrinhos
mundiais. Mas que somente teve unanimidade após sua morte, na internet, antes questionado, hoje idolatrado.
Na minha infância e adolescência,
sua obra era especial. Depois do desenho, conheci os quadrinhos. Ler a obra de
Toriyama será um ideal que sempre nos unirá. Ele é um grande sol que nos
iluminou e continuará a iluminar a próxima geração de fãs de seu trabalho —
singular e impactante. Não à toa, ele é o mestre de grandes autores como
Eiichiro Oda e Masashi Kishimoto.
Um autor nunca morre.
Seu legado viverá para sempre.
Descanse em paz, Sensei.
TO-RI-YA-MA-RAAAAAAAAAAAAA

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