Pelas inúmeras críticas positivas,
já era de se imaginar que Bei escreveu
um pequeno grande livro.
Curto.
Cortante.
Chocante.
Sua escrita em verso, mesmo sendo uma prosa,
já é uma
estranheza.
Soma-se a isso os temas abordados:
abuso, morte, relação
fria entre mãe e filho.
Li numa tarde, poucos capítulos, de poucas páginas, e muitas
reflexões.
Nem sempre se necessita de 500 ou 1000 páginas
para se escrever um livro relevante
e tocam seus leitores de forma singular e bela.
Muitos, aliás, gastam páginas à toa e não tocam os seus leitores.
O contrário pode ser
dito de O peso do pássaro morto.

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